Cadastre-se no site

Cadastre-se e fique informado em primeira mão sobre os principais acontecimentos da Assessoria Agropecuária
Porto Alegre, 16/02/2019

Redes sociais

Agendade eventos

Últimosartigos

A hora dos sintéticos, mais atenção nas suas escolhas

Genética | 01 de Novembro de 2013
Por Fernando Furtado Velloso

Esta temporada 2013 de reprodutores está se consolidando como de grande valorização para os touros sintéticos, leia-se Brangus e Braford.
Recentemente, discuti com amigos e colegas as possíveis causas desse fenômeno e chegamos em algumas possibilidades, como:
  • a crescente britanização de nossos rodeios de cria (com alta influência de genética Angus e Hereford);
  • a natural escolha dos sintéticos para realizar cruzamentos nessa base de gado (buscando alguma heterose e manutenção de % de zebuíno);
  • a preocupação e necessidade de maior adaptabilidade do gado a regiões mais desafiadoras em clima e infestação de ecto-parasitas (busca por rusticidade);
  • o competente trabalho promocional realizado por essas raças (grife-se Braford);
Parece-me que os motivos são justos e técnicos, porém deixo o alerta que a escolha e acerto na aquisição de um touro sintético são mais difíceis que no caso de um touro europeu puro (Angus ou Hereford). Na raça pura, as características produtivas estão bem “fixadas” e mesmo reprodutores de qualidade média contribuem com essas características nos rodeios usados (ex: fertilidade, precocidade sexual, precocidade de terminação, padronização da produção, etc.). Porém, contudo e entretanto a situação é bem distinta em touros sintéticos. Esses animais e raças são resultados de programas de cruzamento e o que vemos é parte qualidade genética e parte heterose. O belo visual de um touro sintético pode ser consequência em boa parte por heterose (vigor do cruzamento) e heterose não se transmite para seus produtos. Dito e compreendido isso, é importante reforçar o alerta para muita atenção e critério na escolha de touros sintéticos. Buscar touros registrados, Dupla Marca, de origem de uma boa seleção, com correção estrutural, etc., são regras básicas na compra de um touro. No caso dos sintéticos tudo isso segue valendo e ainda temos que nos preocupar em priorizar animais com gerações avançadas e bom temperamento. Não tenho dúvidas que touros Brangus e Braford são úteis e necessários para nossa pecuária, porém para o acerto no uso dessa genética o cuidado deve ser redobrado.

Maisartigos

  • Mitos e verdades do cruzamento (Por B. Lynn Gordon, Beef Magazine)

    Informação | 26 de Janeiro de 2019
    Foto: Divulgação/Assessoria
    Os Cruzamentos e a heterose resultante têm sido utilizados por gerações. Mas ainda restam discussões.

    Há sempre muita discussão e debate na pecuária de corte sobre o cruzamento. Dois pesquisadores da Universidade Estadual do Kansas se uniram para responder a algumas das perguntas mais comuns que os pecuaristas faz...
  • Idade da vaca e produtividade (Quando ela está velha demais?) - Derrel Peel (Oklahoma University, EUA)

    Informação | 16 de Janeiro de 2019
    Foto: Divulgação/Assessoria
    Outubro é tradicionalmente época de desmame dos bezerros e o descarte de vacas para a temporada de parição na primavera nos EUA. No momento de descarte de matrizes os criadores enfrentam decisões difíceis. O descarte ótimo no rebanho requer uma bola de cristal afiada que poderia ver o futuro.

    Se o regime de chuvas...
  • Carne gaúcha: uma trajetória de terra, campo e gente (Por Roberto Grecellé - SEBRAE)

    Informação | 14 de Janeiro de 2019
    Foto: Divulgação/Assessoria
    O dia a dia da pecuária de corte brasileira tem sido em favor da qualidade da carne produzida. Nas fazendas e nas indústrias, seja pelo zelo, pelos investimentos ou pelo aperfeiçoamento nos processos produtivos, os atores desta cadeia se empenham em produzir a cada dia uma carne de qualidade superior. Sim, é possíve...
  • Pecuária de corte: uma opinião para o novo governo

    Informação | 13 de Janeiro de 2019
    Foto: Divulgação/Assessoria
    Por Júlio Barcellos, Prof. Titular, Fac. de Agronomia – NESPro/UFRGS

    Numa análise mais crítica, é preciso entender que desde que surgiu a palavra agronegócio em nosso vocabulário, é afirmado que em todas as suas dimensões só ocorrem “maravilhas”. O que é um profundo equívoco, quase viciado, de quem defe...
  • Comunicação como insumo fundamental para o agro

    Informação, Mercado | 11 de Janeiro de 2019
    Foto: AgroEffective
    Nestor Tipa Júnior
    Jornalista e pós graduado em Marketing no Agronegócio. Sócio-diretor da AgroEffective A agropecuária faz parte de um dos setores mais sensíveis à críticas e informações prejudiciais no Brasil. A opinião pública, por vezes, é severa nas cobranças aos produtores rurais e agroindústrias. Ba...

Nossosparceiros

Nossosclientes

Redes sociais