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Cartão Vermelho aos Prepúcios - Parte III (Final)

Genética | 07 de Abril de 2014
Por Pedro Gonzales Brasil (Médico Veterinário, Técnico Licenciado ABHB) 

Mencionamos no artigo anterior, que o problema dos prepúcios não é exclusividade das raças sintéticas, mas também pode ser grave nas raças puras, pelo que, para que ninguém diga que é invenção minha, transcrevo literalmente o artigo:

Importancia de La Estructura Del Prepucio Cuando se seleccionan toros

(Extraído do Australian Hereford Quarterly, Traduzido por Maria Teresa La Valle)
Novembro 1995

“La seleción de toros com um prepucio com buena estructura es importante porque los toros com prepucios flojos, colgantes, puede ocasionar problemas. Uma estructura de prepúcio inadecuada puede resultar em uma capacidad de servicio defectuosa, prolapso del prepúcio y heridas em el pene o el interior del prepúcio del toro. Se bien los problemas com el prepucio aparecen en todas las razas, lãs Bos Indicus manifestan una incidencia mayor que las Bos Taurus Y LAS RAZAS MOCHAS TIENEN UMA INCIDENCIA MUY SUPERIOR A LA DE LAS RAZAS CON CUERNOS.
INCLUSIVE EN EL CASO DE LOS HEREFORD, NO HAY LUGAR PARA LA COMPLACENCIA. ES UN PROBLEMA GENÉTICO Y HAY QUE EVITAR LOS TOROS COM PREPUCIOS SUELTOS, SOSPECHOSOS.
Uma mirada rápida permite identificar con rapidez aquellos toros con prepucios insatisfactorios. Hay que tener especial cuidado con los toros que muestran prepucios excessivamente pendulares con la piel colgante. Generalmente son el resultado de un desarrollo deficiente del músculo craneal (em La parte anterior del prepucio) y/o un prolapso del recubrimiento del prepucio debido a un desarrollo escaso del músculo caudal (retráctil).

Desarrollo del prepucio
El desarrollo del prepucio se refiere al ángulo del prepucio em relación com la pared abdominal. Los ángulos altos resultan de un desarrollo excesivo de la piel. Existe una gran variación del prepucio y la cantidad de piel sin soporte en El extremo craneal (frente) del prepucio.
Si el prepucio presenta un ángulo demasiado grande, generalmente descripto como la cantidad de cuero, puede interferir con la dirección y la penetración del pene durante el intento de copulación. Esto puede resultar en mayores riesgos de lastimaduras en el pene porque la hembra se cansa de tantos intentos de servicio y de caerse bajo el peso del toro durante la penetración (cuando el pene del toro há entrado), menos oportunidades de servicio con la consiguiente en el disminución en las tasas de concepción y/o lastimaduras en el y el prepucio.
Por lo tanto, es importante seleccionar toros con prepucios bien acondicionados y pegados al cuerpo.

Ángulo del prepucio pre-penil
Este término se refiere al ángulo en el cul cuelga el extremo del prepucio frente al pene en relación con la pared abdominal.
El músculo craneal se ubica a lo largo del cuerpo frente al prepucio y forma um cabestrillo a su alrededor. Mide aproximadamente 20 cms. de largo y 5 cms. de ancho. En el momento del servicio, se contrae y tira el prepucio hacia arriba sosteniendo el pene y permite el control direccional.
A veces, este músculo está poço desarrollado en cuyo caso el prepucio pre-penil cuelga perpendicularmente al piso.
Existe una estrecha correlación entre el desarrollo relativo de los músculos craneal e caudal; los toros afectados generalmente manifiestan ambas condiciones.

Prolapso del prepucio
Esto sucede cuando el prepucio se proyecta y sale afuera de la abertura original del prepucio. El recubrimiento interior del prepucio es suave y está sujeto a irritaciones y lastimaduras: esto provoca una inflamación que, si es severa o prolongada, dará como resultado un prolapso permanente. También existe el riesgo de infecciones secundarias que pueden producir inflamaciones mayores y abscesos.
El músculo caudal (retráctil) está unido alrededor del anillo inguinal y se proyecta hacia la parte posterior y externa del prepucio. Su tarea consiste en sostener La parte posterior del prepucio cuando se despliega durante La erección. Después del servicio, retrae el pene a su posición original.
Em algunos casos, el músculo caudal no está bien desarrollado causando um prolapso parcial del recubrimiento interior del prepucio que se desarrolla com la edad.
Em los casos moderados, el problema ocurre cuando el toro orina o está parado y relajado. Em los casos severos, el recubrimiento está permanentemente expuesto y no se puede retraer hacia el interior del prepucio.”
__

Em plena era dos marcadores moleculares, com o mapeamento genético e a possibilidade de seleção pelo DNA, creio ser muito simplista somente dizer que está ligado ao caráter mocho.
Está aí um assunto para jovens colegas, em cursos de pós-graduação e mestrado, rastrearem o gen dos prepúcios e sua herdabilidade, ou nossas Associações de raças se interessarem pelo tema. Talvez até já exista, mas não é de meu conhecimento.
Como nas décadas de 1960 e 1970, em busca da rápida mudança dos biótipos, dos compactos graxentos, aos mais pesados e musculosos, é sabido da introdução de raças outras, algumas notoriamente com mais prepúcio, do que as nossas raças britânicas, que são de prepúcio curto. Pessoalmente penso que pelas leis do “atavismo genético”, ser bem possível estes gens destas distintas raças e suas linhagens, décadas após estarem “se encontrando” determinando o aparecimento destes prepúcios atípicos.
Assim cada técnico ou cabanheiro deve estar consciente do rumo que pretende dar à seleção de seu plantel; tanto no biótipo como na valorização das DEPS e dados genéticos de seus reprodutores e aí estará o diferencial de cada cabanha.
Finalizando agradeço a nossa ABHB pela oportunidade de manifestar-me sobre este, para mim, preocupante tema dos prepúcios, e ao doutor Fernando F. Velloso, reconhecido técnico e consultor, pela publicação em seu site www.assessoriaagropecuaria.com.br, o que certamente enaltece estes nossos artigos.

Fonte: Revista Pampiano (ABHB) 

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