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Angus: Fazenda da Barragem vence Teste de Eficiência Alimentar

Informação | 12 de Setembro de 2019

Angus: Fazenda da Barragem vence Teste de Eficiência Alimentar

Foto: Carolina Jardine

O touro Angus vermelho Redbar Gretzky G395 V64 Lodi Prince, pertencente à Fazenda da Barragem, do criador Francisco de Paula Cardoso e filhos, de Dom Pedrito (RS), foi o vencedor do Teste de Eficiência Alimentar Angus 2019, realizado em parceria entre a Associação Brasileira de Angus e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (10/9) em evento na Estação Experimental Agronômica da Ufrgs, em Eldorado do Sul (RS). A prova avaliou 19 reprodutores estabelecendo um ranking de eficiência alimentar que correlaciona Consumo Alimentar Residual (CAR) e Ganho e Peso Residual (GPR), uma inovação deste ano. “É um teste muito importante para a seleção Angus dentro de padrões modernos porque mede a capacidade de um reprodutor de ganhar mais peso com deposição adequada de gordura na carcaça com o menor consumo possível”, explicou o gerente de Fomento da Angus, Mateus Pivato. No ano passado, quando o teste foi lançado, avaliava-se apenas do CAR corrigido pela espessura de gordura subcutânea. O professor pós-doutor do departamento de Zootecnia da UFRGS e coordenador da prova, Jaime Tarouco, explicou que, a cada ano, o teste vem sendo aperfeiçoado. “Neste ano, fizemos um ajuste para a espessura de gordura de cobertura, o que é uma preocupação principalmente para assegurar melhor acabamento. Esse é o único teste do Brasil que tem esse ajuste”, disse, frisando que a unificação do CAR e GPR permitiu uma avaliação mais completa dos reprodutores.

O touro vencedor, que ingressou no teste com 564 quilos, concluiu a prova com 642 quilos, atingindo Consumo e Ganho de Peso Residual - CGPR (índice geral que relaciona CAR e GPR) de 1,38, resultado de um consumo residual de -1,325 quilos de ração/dia e de um ganho de peso residual de +0,054 quilos. “Ter animais que produzam mais com menos alimento e menor emissão de gases é a chave da sustentabilidade na pecuária do futuro. Vamos multiplicar o G395 para melhorar a eficiência alimentar no nosso plantel e disponibilizar, via inseminação, sua genética para que outros rebanhos, contribuindo para o melhoramento da raça Angus no Brasil”, indicou o diretor da Fazenda da Barragem e também geneticista Fernando Cardoso.

Em segunda colocação na prova, ficou o touro Cia Azul 4228 Resource Cia 1022, da Cia Azul Agropecuária, de Uruguaiana (RS), da criadora Susana Macedo Salvador. Em terceiro, destacou-se o reprodutor 3 Marias 247 South Dakota, da Estância Três Marias, do criador Francisco Amaral, de Santa Vitória do Palmar (RS). Na lista dos Touros de Elite - os seis com maior índice final para CGPR - também estão Santo Antão West River Matrix TE1181, da Cabanha Santa Antão, de Flávio Montenegro Alves, de Alegrete (RS), em quarto lugar; GAP T001/17, da Gap Genética, de Eduardo Macedo Linhares, de Uruguaiana (RS), em quinto; e Tolio TE454 Hilk 323, da Cabanha Tólio,s Farm, de Formigueiro (RS), em sexto.

Em 2019, o Teste de Eficiência Alimentar foi realizado em 52 dias, uma vez que o prazo é, segundo os pesquisadores que atuam no projeto, suficiente para mensurar indexadores confiáveis. Durante a prova, foram produzidos diversos indexadores que devem orientar o uso dos touros, que se apresentaram em frames variáveis de 5 a 8, o que indica que os resultados se aplicam de forma igualitária independentemente de tamanho do animal. Além de um ganho de peso médio de 1,18 kg por dia, o teste indicou que os reprodutores atingiram medida de Área de Olho de Lombo (AOL) de 90,62 cm². “Nem sempre o animal que sai mais pesado da prova é o viável economicamente. Precisamos buscar os animais que andam bem a campo”, frisou o inspetor técnico da Angus, Flávio Alves, que revisou e confirmou os exemplares após o teste.

A engenheira agrônoma responsável pelo Setor de Confinamento do teste, Carolina Silveira da Silva, informou que o touro campeão comeu 1,325 kg/dia a menos do que o esperado para ele e 3,63 kg/dia a menos do que o exemplar menos eficiente no teste. “Se avaliarmos um período 70 dias, isso representa uma economia de R$ 1,50 por dia em relação ao esperado e R$ 2,34 por dia em comparação ao animal menos eficiente, o que pode resultar em uma diferença de R$ 292,20 entre o que mais comeu e o que menos comeu”, ponderou.

Fonte: ABA 

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