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Equador abre suas fronteiras ao desenvolvimento da carne Wagyu

Carne, Informação | 12 de Março de 2020

Equador hoje tem desenvolvimento significativo da raça wagyu

Foto: Imagens da Internet

O Equador possui, na atualidade, 4,5 milhões de cabeças de gado bovino e, desde 2015, conta com um status de país livre de febre aftosa com vacinação e, assim, um grande potencial para aumentar sua produção.

Além disso, o país está evoluindo com raças como brangus e braford e, para surpresa de muitos, com um desenvolvimento significativo da raça wagyu.

"Especialmente nos últimos cinco anos, há um grande interesse no Equador na carne, juntamente com a busca de conhecimento, mais conscientização na importância da rastreabilidade, manejo, cadeia de frio e preservação", disse o veterinário Abel Forlino, fundador da consultoria argentina Wagyu 360, com sede na cidade de Tandil, à CarneTec.

Esse país é hoje testemunho de uma colaboração entre a Wagyu 360 e a empresa multinacional Grupo Noboa do Equador, que teve como objetivo, entre outros, introduzir a raça wagyu em todo o país, por meio da importações de embriões de fullblood (sangue 100% japonês).

"O grupo importou embriões porque, desta forma, as crias nascidas obtêm imunidade de receptores locais que já estão adaptados aos trópicos", disse o veterinário.

Além de negócios no cultivo de banana, café, imóveis e outros, o Grupo Noboa possui fazendas de gado de carne e de leite de 0 até 3.250 metros acima do nível do mar em todo o país e em climas como calor seco, úmido e outros com frio constante.

Segundo Forlino, "a raça nos mostrou rusticidade, porque soportou todos os tipos de climas desde que implantamos embriões em todos esses lugares".

"Para mim, foi uma surpresa agradável que o wagyu se adaptou tão bem aos trópicos", acrescentou.

Em seu atual estágio de produção, o Grupo Noboa possui seus melhores espécimes registrados na American Wagyu Association (AWA), com o nome CSP GENETICS, onde o Grupo Noboa consulta os pedigrees completos. "A criação de wagyu é muito rigorosa, com um programa de alimentação especial para os criadores e um manejo muito seletivo dos receptores", explicou.

Além disso, esse programa de reprodução é baseado na transferência convencional de embriões da MOET e na fertilização in vitro IVF, com laboratório próprio para as duas tecnologias, junto com um grupo de doadores Elite.

"Embora esse processo seja caro por enquanto, acreditamos que, a médio e longo prazos, seja a melhor opção em termos de crescimento", disse. "Por meio dessa técnica e com o uso de receptoras, multiplicamos o número de animais fullblood em um tempo relativamente curto comparado com a expectativa de que uma vaca produza um bezerro por ano."

Dado esse panorama, o objetivo é concluir um núcleo genético de mil animais wagyu fullblood para este ano e 3 mil receptoras gestantes anualmente e prosseguir com a comercialização de carne a partir do ano 2023.

Ele comentou que o Grupo Noboa, hoje sob a direção de Alvaro Noboa e seu diretor executivo, Diogenes Villacis, com escritórios no Japão, Alemanha, Argentina, Estados Unidos e outros países, está colocando o Equador "entre um dos principais produtores de wagyu da América Latina".

Esses esforços, de acordo com Forlino, resultam na transformação do gado wagyu, cujo principal objetivo é fortalecer a qualidade da carne.

"Essa tendência motivou indiretamente o crescimento do gado tradicional no Equador, especialmente de outras raças como brangus e braford, que são incrivelmente benéficas, com grande adaptação aos trópicos e com excelente aptidão da carne", enfatizou.

O gerente técnico do projeto no Equador, o eng. Rafael Velarde, enfatizou que a produção de carne wagyu naquele país deverá alcançar importantes mercados de exportação. "As autoridades sanitárias estão fazendo um trabalho formidável sobre esse assunto", disse, enfatizando que o Grupo Noboa tem uma equipe de vendas e toda a logística para lançar seus produtos a mercados como Ásia e Europa.

"Desde a Wagyu 360, temos orgulho de fazer parte dessa revolução da carne que está ocorrendo atualmente no Equador", concluiu Forlino.

Visite aqui o site da Wagyu 360 para obter mais informações sobre serviços de consultoria, ou entre em contato diretamente com o Dr. Abel Forlino em abelforlino@wagyu360.com.ar com qualquer dúvida, pergunta ou comentário.

Fonte: Carne Tec

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