De 26 de julho a 04 de agosto, um grupo de 40 viajantes organizado pela CRI Genética visitará centros de coleta e fazendas de pecuária de corte nos Estados Unidos. Essas visitas são uma oportunidade para conhecer e entender o processo de seleção e produção do sêmen dos reprodutores de corte taurino comercializados pela central no Brasil. Assim, a equipe da empresa, pecuaristas, clientes e parceiros, profissionais ligados à pecuária e outros interessados podem acompanhar por completo o trabalho e os produtos da CRI. A central organiza a viagem há 10 anos.
A programação é intensa nos oito dias de viagem. Daniel de Carvalho, gerente de produto corte da CRI e coordenador do Beef Tour, enfatiza o fato de a viagem não ter caráter de “turismo rural” e sim, foco total no “aprendizado e extensão dos acertos do modelo americano às nossas
necessidades, logicamente, adequados ao nosso sistema de produção”.
O roteiro inicia-se com uma apresentação sobre a CRI e palestra sobre genética ministrada por Tonya Amen, da Associação Americana de Angus. Nos centros de coleta da CRI, a sede em Shawano (Winsconsin) e a Genex em Mitchell (South Dakota), são apresentados os programas internacionais de corte, os laboratórios e os touros em coleta.
Já nos cinco criatórios que estão previstos no roteiro, é possível conhecer rebanhos inteiros de famílias de touros que têm seus produtos vendidos no Brasil. Além dos próprios reprodutores das raças Aberdeen Angus, Red Angus, Hereford e Charolês, suas mães, irmãs e progênies são vistas de perto. Os touros jovens do Programa Beef Quest, teste de progênie da CRI, também se incluem, bem como os modelos de gestão, manejo, criação, trabalho, estrutura e tecnologias americanas que muitas vezes servem como boas ideias para aplicabilidade no Brasil.
O roteiro inicia-se com uma apresentação sobre a CRI e palestra sobre genética ministrada por Tonya Amen, da Associação Americana de Angus. Nos centros de coleta da CRI, a sede em Shawano (Winsconsin) e a Genex em Mitchell (South Dakota), são apresentados os programas internacionais de corte, os laboratórios e os touros em coleta.
Já nos cinco criatórios que estão previstos no roteiro, é possível conhecer rebanhos inteiros de famílias de touros que têm seus produtos vendidos no Brasil. Além dos próprios reprodutores das raças Aberdeen Angus, Red Angus, Hereford e Charolês, suas mães, irmãs e progênies são vistas de perto. Os touros jovens do Programa Beef Quest, teste de progênie da CRI, também se incluem, bem como os modelos de gestão, manejo, criação, trabalho, estrutura e tecnologias americanas que muitas vezes servem como boas ideias para aplicabilidade no Brasil.
Foto: Divulgação/Assessoria