Nos três primeiros trimestres de 2015, a participação das fêmeas no total de abate chegou a 40,8%, segundo o IBGE. Margem similar à de 2008, quando chegou a 40,6%. No ano seguinte, 2009, aconteceu o pico de retenção, quando as fêmeas representaram apenas 29,2% do total de animais abatidos, provocando a virada de ciclo, que se iniciou em 2010.
A participação das fêmeas no abate teve seu pico em 2013, quando alcançou 43,85% nos três primeiros trimestres do ano. Desde então os números estão em queda, caindo para 43,31% em 2014 e 40,80% em 2015.
Vamos chegar a 29,2% de participação de fêmeas no total de abate nos três primeiros trimestres de 2016, repetindo 2009? Ou a variada vai ser mais suave, com retenção menor de fêmeas.
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