De acordo com a entidade, número de fêmeas inseminadas pode chegar a 16% em cinco anos
O novo presidente da Associação Brasileira de Inseminação Artificial, Sérgio Saud, prevê o aumento no número de fêmeas em idade reprodutiva inseminadas nos próximos cinco anos. De acordo com ele, o número quantidade de fêmeas submetidas ao processo de inseminação pode saltar de 12% para 16% no período. "Nos últimos anos tivemos um impulso muito grande no uso da tecnologia com o surgimento dos produtos farmacêuticos para Inseminação Artificial em Tempo Fixo - IATF", diz Saud.
O gestor aponta ainda que o desafio da Asbia é ampliar o uso da inseminação artificial tanto na pecuária de corte quanto na leiteira. "No caso dos rebanhos leiteiros, precisamos intensificar ainda mais a técnica, pois atualmente temos ilhas de tecnologia no País. Algumas regiões concentram produtores altamente tecnificados, que já utilizam a inseminação e produzem leite de excelente qualidade. Mas sabemos que isso não é um padrão em todo Brasil."
A Asbia representa 95% do mercado brasileiro de inseminação artificial e conta atualmente com 32 associados, entre empresas de inseminação artificial, de produção de embriões, de nutrição animal, associações de raça, além de laboratórios envolvidos na área de reprodução bovina.
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO