Objetivo da divulgação:
Com a COP30 chegando ao final, decidimos divulgar um compilado de informações relacionadas à produtividade e à evolução da pecuária.
Todo o conteúdo integra o plano de comunicação da Athenagro, cujos insights foram divulgados em grupos fechados de whatsapp e pelas redes sociais.
A participação da Athenagro nas redes sociais tem um objetivo claro e focado, baseado em dois pilares:
- 1º. Interação: O objetivo é manter uma interação permanente com o público, criado a partir das várias edições do Rally da Pecuária. Dessa forma, conseguimos, com frequência, buscar informações e antecipar tendências de mercado a partir das informações que vêm do campo. Acreditamos que este seja um dos nossos principais diferenciais em termos de análises de mercado.
- 2º. Fomento tecnológico: As divulgações da Athenagro/Rally da Pecuária, em redes sociais, buscam sempre difundir o avanço e a atratividade do aporte tecnológico na produção. Essa abordagem nos permite apresentar conteúdos que contribuem com as expectativas de todos os clientes: produtores, indústrias de insumos, agroindústria, exportadores, associações, sistema financeiro, revendas, consultorias técnicas, traders, empresas de software, advocacy contra o sensacionalismo ambiental etc.
A Athenagro nunca divulga conteúdo restrito aos interesses dos clientes ou análises que possam embasar decisões diferenciadas do ponto de vista estratégico. Sendo assim, não estamos abertos a debates públicos sobre projeções ou expectativas de mercado. Nesses casos, o conteúdo disponibilizado fica restrito a artigos e palestras, sempre de forma a não comprometer o conteúdo enviado aos clientes.
A pecuária em sua essência O que nos motivou a elaborar esta seleção, dentre o que foi divulgado ao longo do ano, foi a quantidade de informações equivocadas sobre a pecuária, somada à provocação recente feita pela jornalista Tatiana Freitas em matéria publicada no The Agribiz, intitulada
“Na pecuária brasileira, a revolução que o mercado não previu”. No texto, a jornalista aborda o aumento da produtividade e as razões pelas quais o mercado subestimou esse movimento. Reunimos três pontos que, em nossa avaliação, ajudam a responder a esse questionamento:
- 1º. As estatísticas brasileiras são escassas e divulgadas com muito atraso. Qualquer análise, especialmente numa atividade de ciclo longo, vai demorar para captar movimentos e respostas nos sistemas de produção. Essa realidade nos obriga sempre a buscar indicadores que nos permitam antecipar os movimentos.
- 2º. O mercado tem sobreoferta de informações replicadas por influencers que acabaram desviando o foco de ótimas empresas e profissionais que resolveram competir no complicadíssimo mercado por likes e views das redes sociais: ganharam agilidade e corpo, mas perderam em conteúdo e capacidade analítica.
- 3º. A quantidade de estudos gerados por empresas dedicadas em negar o ganho de produtividade na pecuária está induzindo conclusões equivocadas de pesquisadores que deveriam contribuir com essa compreensão sobre a produção do Brasil. A única explicação provável para essa condição é a pressão que pesquisadores sofrem, atualmente, para publicar o máximo possível de estudos. Acabam enriquecendo suas publicações com informações de pronta entrega sem analisar, a fundo, se condizem ou não com a realidade.
De fato, o mercado subestimou o avanço da produtividade na pecuária. Mas esse erro não foi generalizado. Algumas poucas empresas — entre elas, a Athenagro — vêm alertando para essa mudança há muitos anos.
No nosso caso, essa tendência vem sendo apontada de forma clara desde 2011, o que pode ser constatado a partir dos relatórios do Rally da Pecuária e da publicação dos artigos A Pecuária sem a fronteira agrícola (11/05/12) e a Pecuária, uma revolução está em campo (12/07/12).
A sequência de postagens a seguir pode apresentar números diferentes, em função da época em que foram divulgados ao longo do ano. Com cada nova atualização das bases estatísticas, os valores são revisados.
Acesse aqui - ESPECIAL - Compilado Sustentabilidade na Pecuária Boa leitura!
Fonte: Athenagro, 19/11/25