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  • Encontro Regional RS - VETLÍDER - 13/5

    Genética | 05 de Maio de 2026

    A CRV Lagoa tem a satisfação de convidá-lo(a) para participar do Encontro Regional VETLÍDER Rio Grande do Sul, um evento exclusivo para médicos veterinários que atuam na pecuária de corte na região Sul do país.

    A programação contará com palestras e discussões sobre temas relevantes para a área, incluindo melhoramento genético, segurança e qualidade dos produtos CRV Lagoa, ferramentas exclusivas como iFert e Clube VetLider, estratégias avançadas para otimização dos índices reprodutivos em fêmeas de corte, além de indicadores zootécnicos e gestão de resultados no campo, apresentados por meio de cases de médicos veterinários. O evento também contará com o tradicional desfile de touros e a participação de profissionais renomados do setor.

    Será uma excelente oportunidade para atualização técnica, troca de experiências e fortalecimento do networking entre profissionais da área.

    Contamos com sua presença.

    Local: Crio Central Genética Bovina - Cachoeira do Sul, RS - BR 290 Km 272
    Data: 13/05/2026 a partir das 8h da manhã.

    Inscreva-se aqui: https://produtos.crv4all.com.br/vetlider-regional-rs-conversao


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  • Angus BR: sinais, fortes sinais.

    Informativos | 13 de Abril de 2026
    Tem assuntos que nos perseguem, ou que nós mesmos perseguimos. Não sabemos se eles estão nos puxando ou se nós insistimos em carregá-los. É um conflito entre ser o condutor da carroça, o cavalo que a puxa ou, talvez, a própria carroça. Filosofia e zootecnia têm conexões mais fortes do que pensamos. De tempos em tempos, alguém se lembra de mim quando pensa em genética nacional ou Angus brasileiro. Em 2012, fui convidado a coordenar o Congresso Brasileiro de Angus (Porto Alegre) e participei da programação com o tema: “A genética Angus no Brasil e os diferenciais de nossa seleção”. Ficou claro para a plateia que os touros nacionais estavam desempenhando de igual para igual com os importados. Nada de achismo, somente interpretação dos dados do programa de melhoramento. Os dados também foram validados em apresentações de fazendas que usavam e mediam o Angus em cruzamentos.

    Em 2022, mapeamos o número de touros Angus e Brangus em centrais brasileiras. Naquele ano, de 300 doadores Angus em coleta, tínhamos 100 importados (animais americanos em coleta no Brasil). Neste negócio, já tínhamos perdido 1/3 ou mais do PIB teórico. Passados mais de 10 anos do congresso da raça, novamente fui convidado a falar na Exposição Nacional de Rústicos (Bagé, 2023). O título ficou mais provocativo – “Touros Angus nacionais: estamos deixando dinheiro na mesa?”. Ficou claro que estávamos deixando de faturar mais, tanto o selecionador quanto o usuário da raça. Estávamos perdendo dinheiro (ou deixando de ganhar). Aproveitei o momento e lancei o conceito de touro nacional, em destaque no quadro em verde.

    “Touro Nacional é o reprodutor nascido em terras brasileiras, desmamado e recriado nesta pátria. Este reprodutor pastejou em nossos campos, viveu em nosso clima e foi infestado por nossos parasitas. Quanto mais gerações de pais nacionais ele tiver em sua genealogia, mais nacional ele será.” (Vellosus, 28/09/23 –Hotel Dalle, Bagé, RS

    Minhas percepções

    Nas exposições importantes de Angus, Brangus e Braford, já fiz muita “estatística” dos animais expostos, buscando compreender o uso de pais importados e nacionais. Fui até cobrado por não realizar o mesmo levantamento para o Hereford. Falta minha, mea culpa. Escrevo “estatística” entre parênteses porque produzo a informação de próprio punho, sem o rigor e método científico necessários. O uso de touros importados é tão majoritário por expositores que até neste sistema manual é fácil notar as diferenças. Até brinquei, em um artigo, com o título “Pais nacionais em luta desigual”.

    Bem recentemente (semana passada), o colega veterinário Marcelo Beretta (CIA Assessoria, MS) trocou várias mensagens comigo sobre o Angus em cruzamentos. Notei sua “angústia” para que mais pecuaristas entendessem as vantagens do uso de touros nacionais. Ele faz isso na prática. Defende o que acredita: que o Angus e o Brangus nacionais são mais adequados para engorda a pasto; que suas filhas F1 não são tão grandes; que o desempenho (ganho de peso) é similar ou melhor do que o dos importados, em função da genética mais adaptada. Este é o resumo de quem pratica a atividade, utiliza genética em cruzamento, olha, observa, mede e tira as suas conclusões.

    Seria muito injusto não citar aqui o colega Antônio Chaves (Mamelle Assessoria), que há mais de 25 anos utiliza em cruzamentos, defende e valoriza os touros nacionais. Busquem conhecer a experiência do Toninho em cruzamento e as suas razões de defender a genética do nosso produto, desde as taxas de prenhez em IATF até os abates com acompanhamento.

    Em relação ao mercado do sêmen, segue o predomínio do Angus importado, com 60%-70% das doses vendidas. Dos 30%-40% restantes, temos a produção nacional, onde o touro brasileiro divide espaço com o touro importado que vive por aqui. Das 6 milhões de doses de Angus vendidas em 2026, prováveis 4,5 milhões são importadas e de touros importados em produção no Brasil. Participamos de menos de 20% desse PIB genética.

    Neste maio, ocorrerá, na CRIO, um evento da CRV Lagoa, o Encontro Regional RS – Vetlíder. Serão realizados treinamentos, palestras e mostra dos touros taurinos que a CRV tem aqui no Sul. A veterinária Luana Fernandes novamente lembrou do tema: “O importante papel do Angus Nacional na pecuária de cria brasileira”. Então, vamos de novo, tentar reunir e apresentar informações deste assunto no qual acredito tanto.

    Características necessárias

    Tudo muda muito rapidamente, mesmo que a gente não queira. Algumas verdades do passado não existem mais. O produto Angus nacional já foi defasado tecnologicamente, mas hoje tem o mesmo pacote tecnológico que o produto importado. Utilizamos os mesmos métodos de avaliação e seleção, desde o programa de melhoramento, ultrassonografia de carcaça e genômica. Mas (e um “mas” por vezes muda toda uma conversa), somente o touro nacional tem algumas características muito necessárias no Brasil:

    • seleção para nossas condições;
    • adequação ao nosso mercado;
    • genética para adaptação com animais de menos pelo (pelo fino) e resistência ao carrapato;

    Como dizia um candidato em época de eleições: “sinais, fortes sinais”. Sim, sigo ouvindo estes sinais que me perseguem faz alguns anos. Ou sou eu quem os persegue?

    Por Fernando Furtado Velloso – Veterinário, produtor rural, mestre em Produção Animal, sócio da Assessoria Agrop. FFVelloso & Dimas Rocha e da CRIO Central Genética Bovina.

    Fonte: Publicado na Revista DBO (Abril/2026) 


     

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  • CRIO: 10 anos e 1 milhão de doses de Brangus

    Genética | 26 de Março de 2026
    Em função do Congresso Mundial de Brangus, realizado no Brasil neste mês (março/26), decidimos compilar e listar todos os touros Brangus que foram enviados para a nossa central.  Este momento histórico para a raça no Brasil coincidiu com o Ano 10 da CRIO. Fundamos a central em 2016 e a iniciamos a produção em 2017.
     
    Já passaram pela CRIO: 122 touros Brangus, sendo 85 pretos e 37 vermelhos. A produção total superou 1 milhão de doses congeladas.  Do total de touros recebidos, 83 estavam vinculados às centrais de inseminação que trabalhamos. Os demais touros foram enviados diretamente por seus criadores ou proprietários, após a as avaliações dos programas de melhoramento, provas de desempenho ou leilões.
     
    Não foram todos os touros listados que produziram doses, pois é comum que alguns reprodutores não tenham qualidade seminal compatível com o processo de congelamento. Esta situação ocorre com a raça Brangus e com a maioria das demais raças. Logo, é necessário realizar a triagem de animais com qualidade seminal para congelamento. É uma das etapas para a identificação e preparação do produto “touro de central”.  
     
    CRIO: porta de acesso às centrais de inseminação
     
    É interessante observar que nestes 10 anos de trabalho, atuamos também como facilitadores no processo de contratação de touros Brangus pelas centrais brasileiras. Vários animais estavam em coleta “particular” e atendiam as necessidades de alguma das centrais clientes naquele momento. Desta forma, vários doadores deixaram a condição de touro “particular” (em coleta para o proprietário) e tornaram-se touros “contratados” por uma das tantas centrais que trabalhamos.
     
    O Brangus tem uma posição muito destacada no mercado de inseminação artificial no Brasil e junto da  Angus lidera a venda de sêmen de taurinos. Sendo assim, é necessária a constante renovação de touros nas empresas de genética bovina.
     
    A CRIO presta serviços a mais de uma dezena de centrais de inseminação, tendo assim grandes possibilidades de um reprodutor ser adequado e necessário para a central A ou B que trabalhamos.
     
    Um touro Brangus deixar o status de “particular” para “contratado” é algo bem corriqueiro em nosso dia a dia. Imagine em fases de alta do ciclo pecuário e de valorização da cria.
     
    Sêmen Brangus superior para IATF
     
    Muitos touros tem sêmen com qualidade para congelamento, porém o mercado nos pede mais: resultados superiores à média em programas de IATF.
    O sêmen Brangus produzido na CRIO é utilizado nas mais diversas regiões e sistemas de produção no Brasil. As empresas que atendemos comercializam este produto em larga escala e buscam identificar que touros estão contribuindo com maiores taxas de prenhez nos programas de IATF.
     
    Dos 83 touros coletados para as centrais, 29 foram certificados como superiores para IATF por nossos clientes. Os dados de campo foram tabulados em várias fazendas e lotes, comparados com touros referência, até que possa ser concluindo que o “fator touro” foi responsável por maiores taxas de prenhez. Este resultado nos deixa mais confiante em nosso trabalho, pois o cuidado com os animais e no processamento do sêmen tem permitido a produção de doses de alta qualidade, e com resultados superiores em IATF.
     
    Atualmente, de cada 4 doses de Brangus produzidas no Brasil, 1 tem a assinatura da CRIO.
     
    CRIO: clientes de A à Z.

     
    Cachoeira do Sul, 26 de março de 2026

    Fonte: CRIO Central Genética Bovina 26/03/2026

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  • Catálogo 2026 - Charolês Figueira

    Catálogo | 23 de Março de 2026

    Leilão Charolês Figueira 2026 - Evolução Genética 

    • 23/03 - 30 MACHOS
    • 24/03 - 25 FÊMEAS e 30 EMBRIÕES

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  • Genética do Ctrl C+ Ctrl V

    Genética | 17 de Março de 2026
    O "copia e cola" é de grande ajuda quando editamos textos, planilhas, apresentações e afins. Com dois toques importamos conteúdo de lá pra cá. Nem sempre é sucesso: em alguns casos pode desconfigurar as fontes e formatações daquele texto ou dados. Pode gerar uma grande bagunça no arquivo todo. Por vezes, quem nos salva é o Ctri Z (desfaz última ação). A opção mais fácil nem sempre é a melhor solução. Refazer um texto pode demorar mais do que digitar ele do zero. Aprendizados da informática que podemos aplicar na vida.

    Para os produtores de genética, especialmente dos taurinos, é bastante tentador usar esse "atalho tecnológico". Com um simples "copia e cola" podemos acessar e multiplicar a genética dos meIhores rebanhos e animais do mundo. A Inseminação Artificial e a Transferência de Embriões estão aí exatamente para isto: multiplicar a genética que queremos. Bingo !!! Trazer a solução genética pronta é muito mais simples do que criar, recriar, multiplicar, medir e selecionar cada safra de animais.

    Importar tecnología seguramente deve ser considerado em muitos negócios. Se já existem empresas fazendo o que preciso de forma mais eficiente, vamos lá copiar ou comprar essas 80- luções. Segura, debreia: nem sempre é bem assim que as coisas acontecem. A importação de automóveis para o Brasil gerou pressão positiva no setor e melhorias para os motoristas. A concorrência acelerou a incorporação de tecnologia nos carros nacionais e todo mundo ficou feliz. Claro que falar assim é o resumo do resumo desta história. Os importadores tiveram bastante dificuldade e trabalho para tropicalizar os veículos, adequando-os às nossas estradas e combustíveis. No gado, o processo é muito parecido, pois as nossas estradas e combustíveis são muito diferentes das principais fontes de genética (EUA, Canadáe Argentina).

    Este tema ou reflexão não são novos e muito menos inéditos. De qualquer sorte, acredito no ditado da água mole em pedra dura. Se ela não vencer a pedra, talvez a contorne para chegar ao seu destino. Temos ótimos rebanhos de Angus no Brasil e tenho a felicidade de frequentar alguns. Porém, fico "anseado" em assistir algumas repetições de modelos quejávimos não terem êxito. A cadaestação reprodutiva que deixamos de usar os nossos touros (nacionais), perdemos uma grande oportunidade de desenvolvimento e progresso de nossos produtos e negócios. Não existem limitações técnicas para selecionarmos animais iguais ou superiores aos que importamos: programas de melhoramento genético, ultrassonografia de carcaça, eficiência alimentar e genômica estão à nossa disposição.

    Referências, não cópia
    A pecuáría e a genética americanas são grandes referências, exemplos e nortes para o nosso trabalho. Vale à pena todo o esforço para melhor conhecer e compreender os caminhos que eles percorreram para desenvolver esses produtos tão reconhecidos no mundo genética e carne bovina. No Portal DВО publiquei recentemente "Siga o líder: os Angus mais usados nos EUA nos dizem alguma coisa" (Nov/25). A genética deles foi muito bem desenvolvida para o mercado e necessidade de lá (vide marmoreio e outros indices econômicos da pecuária e indústria americanas).

    Existe literalmente um abismo de diferenças em nossos sistemas de produção, comercialização e mercados de gado e carne. A nossa estrada é quente e úmida. No trajeto temos muitos animais bloqueando a pista (vermes, moscas e carrapatos). O combustível daqui é bastante diferente também e nossas vacas não tem acesso à gasolina aditivada.

    Apertamos Ctrl C em genética раrа desmamar mais de 350 kg. No Ctrl V. sai da vaca um terneiro com 180-200 kg. Mas, Velloso, não é a mesma genética? Sim, é, porém, desconfigurou a formatação. Melhor dar um "voltar tudo", antes que a máquína tranque. Imaginar que problemas complexos serão resolvidos com soluções fáceis é simplificar demais as coisas. A seleção de bovinos é um processo lento e assim seguirá enquanto a gestação da vaca durar nove meses. Repíto a pergunta já feita em outros momentos: gueremos ser selecionadores ou multiplicadores de genética? Talvez abrir um arquivo novo em branco funcione melhor.

    Fonte: DBO 15/03/2026

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  • Boletim Eletrônico do Departamento de Reprodução Animal/FMVZ/USP - Edição 10, de 27/02/26

    Informativos | 05 de Março de 2026

    Mercado de IATF registra alta de 6,2% em 2025, consolidando tendência de crescimento
    (Mais de 250 milhões de protocolos de sincronização já foram comercializados no Brasil desde 2002)

    Boletim Eletrônico do Departamento de Reprodução Animal/FMVZ/USP
    Edição 10, de 27 de fevereiro de 2026


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  • Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026

    Informativos | 02 de Março de 2026

    A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025. 

    O Anuário ASBIA 2026 constitui-se em um guia para produtores rurais e empresas, oferecendo informações e recomendações do mercado pecuário (corte e leite) mostrando a força do setor de genética bovina no Brasil.

    Conteúdos: 

    1. ENTREVISTA PRESIDENTE - LUIS ADRIANO TEIXEIRA 
    2. EFICIÊNCIA ALIMENTAR: A NOVA FRONTEIRA DA PECUÁRIA BRASILEIRA
    3. INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL E O IMPACTO DE UM MANEJO REPRODUTIVO BEM DEFINIDO
    4. O IMPRESSIONANTE SALTO DA IATF NO BRASIL E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A PRODUÇÃO DE CARNE E LEITE
    5. O QUE APRENDI EM 30 ANOS EM UMA CENTRAL DE GENÉTICA BOVINA - LÚCIA RODRIGUES 
    6. SANIDADE E MELHORAMENTO GENÉTICO, AS BASES QUE FAZEM DA PECUÁRIA BRASILEIRA UMA POTÊNCIA
    7. LEITE - EXCESSO DE OFERTA DERRUBOU PREÇOS NO CAMPO
    8. CORTE - 2025 FOI MARCADO POR RECORDES E MENOR VOLATILIDADE DE PREÇOS
    9. ÍNDEX ASBIA EMBRIÕES CONSOLIDA NOVA REFERÊNCIA PARA O MERCADO BRASILEIRO
    10. EMPRESAS AVALIAM O MERCADO DE MELHORAMENTO GENÉTICO EM 2026
    11. ATIVIDADES DA ASBIA EM 2025
    12. INDEX ASBIA 2025

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  • Top 25 - Touros Angus com mais filhos registrados no Brasil (2020 a 2025)

    Informativos | 01 de Dezembro de 2025
    O touro escolhido pelos criadores que produzem genética nos sinaliza algumas preferências. O conhecimento dos touros mais usados nos ajuda a compreender os movimentos do mercado, as necessidades de mudanças e os ajustes de rota dos selecionadores.

    As associações americanas de Angus (preto e vermelho) divulgam os touros Top 25 com maior número de filhos registrados em um ano. Não localizei quando este trabalho começou, mas o acompanho faz mais de 10 anos. Ali percebi algumas mudanças nas escolhas dos criadores americanos: ora buscando mais qualidade de carne, ora mais crescimento, ora facilidade de parto, ora genética maternal, etc.

    Não realizamos esses levantamentos no Brasil. Solicitei para a Associação Nacional de Criadores – Herd Book Collares os dados dos touros Angus com mais filhos registrados. Recebi rapidamente os relatórios dos 10 touros com mais filhos registrados de 2020 a 2025. Agradeço o pronto atendimento de nossa entidade. Reuni os dados dos 6 anos em um único somatório, para termos uma base maior de informações.

    Veja o artigo completo aqui.  


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  • Top 10 - Touros Red Angus com mais filhos nos EUA - 2025

    Catálogo | 21 de Novembro de 2025

    A Associação Americana de Red Angus divulgou recentemente (Red Angus Magazine Vol. 61, Set/25) os touros mais usados pelos criadores em 2025, e também os rebanhos com maior número de matrizes e número de animais registrados.
    Na relação abaixo está a listagem dos touros e o número de filhos registrados, totalizando mais 6,3 mil filhos destes 10 pais.
    No quadro anexo, está o rankeamento destes touros para diferentes DEPs. Chama a atenção, que dos 10 touros mais usados, 8 estão no Top 30% para facilidade de parto (CED).


    Fonte: Red Angus Association of America, adaptado pela Assessoria Agropecuára.


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  • A pecuária não é o que te contaram!

    Informativos | 19 de Novembro de 2025
    ESPECIAL – Compilado Sustentabilidade na Pecuária 
    Material de divulgação da Athenagro / Rally da Pecuária

    Fonte: Athenagro, 18/11/25
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